Embaixadores da Diversidade

A pandemia do coronavírus transformou 2020 em um ano desafiador e difícil, inclusive para os refugiados no Brasil. Pensando em chamar a atenção para a causa dos refugiados no país, o Instituto Adus criou o programa Embaixadores da Diversidade, que reúne personalidades referências em suas áreas de atuação.

Além de motivarem as pessoas a agir em prol da causa dos refugiados, os Embaixadores também tem o papel de chamar atenção para as frentes de atuação do Instituto Adus ao reforçarem a importância do trabalho desenvolvido para a qualidade de vida dos refugiados e dos solicitantes de refúgio residentes no Brasil.

Andreas Kisser

Paulista de São Bernardo do Campo. Se interessou por música aos 10 anos, escutando os discos da Mãe e do Pai, como Beatles, Roberto Carlos e basicamente sertanejos como Tônico e Tinoco por parte de seu pai.

Com o violão da Avó, aprendeu os acordes principais através da MPB. Pela influência de um amigo mais velho, conheceu o Queen e o Kiss, o que revolucionou toda a sua maneira de encarar a música.

Formou sua primeira banda, ESFINGE e teve grande repercussão na região do ABC paulista na metade da década de oitenta. Só tocavam covers e isso foi uma grande escola, tocando desde Whitesnake até Venom.

No começo de 1987, entrou para o SEPULTURA, se mudando para Belo Horizonte onde começou uma carreira única na história da música brasileira. Junto com Max Cavalera, Igor Cavalera e Paulo Jr., conquistou o mundo, viajando pelos quatro cantos, divulgando um pouco mais a cultura brasileira através da música pesada.

Andreas continua com o Sepultura, agora com Derrick Green nos vocais e com Eloy Casagrande na bateria.

No ano de 2010 saiu o primeiro trabalho solo de Andreas Kisser chamado: HUBRIS I & II. Disco duplo que traz muitas das diferentes influências musicais de Andreas, explorando não só a guitarra mas como também o violão. É um trabalho audacioso e livre, com músicas cantadas em Inglês e Português, com participações especiais incluindo Zé Ramalho, João Barone, Bi Ribeiro, Rappin Hood, Tony Bellotto, André Abujamra, Henrique Portugal entre outros.

Desde 2012 apresenta ao lado do filho Yohan Kisser o programa “Pegadas De Andreas Kisser” na rádio 89.1FM, a Rádio Rock em São Paulo. O programa toca clássicos e novidades do mundo metal e abre espaço para as bandas brasileiras mostrarem seu trabalho e uma das mais importantes rádios do Brasil.

Participou da cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos de 2016 realizados no Rio de Janeiro. A cerimônia foi no estádio do Maracanã onde tocou um medley de temas do Sepultura, de Frevo e de Blues junto com os guitarristas Armadinho Macedo e Jonatas Bastos além de um bale sensacional de cadeirantes. Uma noite mágica.

Em 2020 lança o projeto “SEPULQUARTA” onde junto com seus companheiros de banda, entrevista grandes nomes da música brasileira e mundial, jornalistas, especialistas em saúde e atletas renomados.

Já se apresentou nos palcos e estúdios com vários músicos de vários estilos diferentes como: Paralamas do Sucesso, Titãs, Skank, Nando Reis, IRA, Alice Cooper, Hollywood Vampires, Caetano Veloso, Sandy e Junior, Lobão, Ratos de Porão, Chitãozinho e Xororó, Carlinhos Brown, Lenine, Jorge Benjor, Ivo Meireles, Ronnie James Dio, Deep Purple, Metallica, Pantera, Slayer, Anthrax, Toquinho, Angra, Motorhead, Maná, Zé Ramalho, Ed Motta, Rui Veloso, maestro Silvio Barbato, maestro Jamil Maluf, Orquestra Imperial, Margareth Menezes, Dado Villa Lobos, Kreator, Destruction, Exodus, Krisiun, Sérgio Dias, Rita Lee, Arnaldo Babtista, Maria Rita, Marina de la Riva, Korzus, Frejat, George Israel, O Rappa, Mombojó, Nação Zumbi, entre outros.

Antonio Prata

Nasceu em São Paulo em 1977. É escritor e roteirista e tem treze livros publicados, entre eles Nu, de botas (Cia das letras, 2013) e os infantis Jacaré, não! (Ubu editora, 2017) e A menina que morava no chuveiro (Ubu Editora, 2019).

Em 2013, foi selecionado pela revista Granta como um dos 20 melhores escritores brasileiros com menos de 40 anos.

Escreve crônicas aos domingos no jornal Folha de S. Paulo e trabalha como roteirista na Rede Globo, onde participou da equipe das novelas Bang Bang (2006) e Avenida Brasil (2012), A regra do Jogo (2015) e das séries Os experientes (2016, prêmio APCA de melhor série e finalista do Emmy Internacional), Sob Pressão (2017/2018, vencedor do APCA de melhor série) e Pais de primeira (2018, vencedor do prêmio ABRA de melhor roteiro de série cômica).

Cazé

Carlos José de Araújo Pecini é Cazé. Na televisão desde 1994, o apresentador carioca acumula em seu currículo programas que deram destaque para a participação da audiência e a valorização de anônimos. Na MTV fez parte de produções como “VJ por Um Dia”, “Buzzina”, e o antológico “Teleguiado”.

Desenvolveu na TV Globo o “Sociedade Anônima”, primeiro programa de TV a contar com um auditório virtual, e encarnou o “Homem-Megafone” no “Fantástico”. Comandou reportagens do programa “A Liga” na TV Bandeirantes, e no National Geographic esteve à frente de “Os Incríveis”.

Vem se dedicando à moderação de debates e painéis relacionados à sustentabilidade para o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), o Instituto Ethos, o TEDx São Paulo e o Schumacher College.

Cesar Sampaio

Profissionalizado no futebol durante a segunda metade dos anos 80, no Santos, o volante Cesar Sampaio jogou nos quatro grandes clubes de São Paulo – ganhou maior notoriedade no Palmeiras, time no qual foi capitão em um bicampeonato brasileiro (1993-93), bi paulista (1993-93) e também da Libertadores (1999).

Como atleta, Sampaio também se destacou por sua passagem no futebol japonês (Yokohama Flügels) e no futebol espanhol (Deportivo La Curuña). Durante quase toda a década de 90, defendeu as cores da Seleção Brasileira, participando da Copa do Mundo de 1998 como titular. O volante pendurou as chuteiras em 2004 e, atualmente, é auxiliar-técnico de Tite no time canarinho – antes disso, havia atuado como gerente de futebol em clubes como Palmeiras, Figueirense, Joinville e Fortaleza.

Fruto de um projeto social em seu bairro (cresceu próximo ao Jabaquara, Zona Sul de SP), o que lhe abriu as portas para ter sido jogador e, de quebra, conquistar em sua vida objetivos pessoais e profissionais, Cesar Sampaio, apontado por muitos como figura carismática, humilde e simpática, procura sempre retribuir às crianças e aos jovens a oportunidade que um dia recebeu na vida. Ele, inclusive, é um dos responsáveis pelo projeto Cidadãos do Futebol, que visa encaminhar jovens talentosos para clubes, mas, principalmente, trabalhar o caráter e o desenvolvimento dos participantes enquanto seres humanos.

Emanuelle Araújo

Atriz e cantora, natural de Salvador/BA, Emanuelle Araújo iniciou sua carreira no teatro e na música aos 10 anos. Ao mesmo tempo, participava de musicais que envolviam encenação, canto e dança na Bahia. Ainda lá, integrou duas companhias de teatro: INTERART, companhia de dança e teatro (onde esteve 12 anos) e a companhia de teatro SOLTA A MINHA ORELHA. Ela também participou de várias bandas musicais no cenário baiano.

Em 1998, matriculou-se na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia, no curso de Interpretação Teatral. Em 1999, foi consagrada como vocalista da Banda Eva – uma das bandas mais conhecidas do Brasil. Desde 2004 mora no Rio de Janeiro, onde consolidou sua carreira, trabalhando para teatro, TV, cinema, publicidade e música. Foi quando começou a banda “Banda Moinho”, ao lado da percussionista Lanlan e do violonista e arranjador Toni Costa.

Em 2006, ela filmou um dos filmes de maior sucesso do Brasil, “Ó Paí, Ó”. Em 2007, iniciou sua carreira na TV GLOBO, onde permaneceu por 10 anos. No início de 2014, também participou do filme “SOS Mulheres ao Mar” e, posteriormente, de ” Até que a Sorte nos Separe 3 “, com direção de Roberto Santucci. Em abril do mesmo ano, lançou o novo CD da Banda Moinho.

Em 2016, ela lançou seu primeiro álbum solo “O Problema é a Velocidade” pela Deckdisc. Seu último projeto foi o álbum solo “QUERO VIVER SEM GRILO – UMA VIAGEM A JARDS MACALE”, lançado em fevereiro de 2020, que pode ser ouvido em todas as plataformas de música digital. Hoje em dia ela concilia sua carreira, tanto como atriz quanto como cantora. Emanuelle Araújo também está na Netflix estrelando a série brasileira ” Samantha “, que está disponível em 190 países do mundo.

Televisão

2019 – Órfãos da Terra (Interpretando Zuleika) – TV GLOBO 2016 – Lei do Amor (Interpretando Yara Garcia) – TV GLOBO 2014/2015 – Malhação (Interpretando Dandara) – TV GLOBO
2012 – Gabriela (Interpretando Teodora) – TV GLOBO 2011 – Cordel Encantado(Interpretando Florinda) – TV GLOBO 2010 – Cama de Gato (Interpretando Heloísa ) – TV GLOBO 2009 – Três Irmãs (Interpretando Soinha Rainha) – TV GLOBO
2008 – A Favorita (Interpretando Manu) – TV GLOBO 2007 – Pé na Jaca(Interpretando Clotilda) – TV GLOBO 2002 – Os Anjos de Onde Vêm? (Interpretando Carla) – TV Educadora

Séries e Minisséries

2018 – Samantha (Interpretando Samantha) – NETFLIX 2016 – E ai Comeu? (Interpretando Leila) – dirigida por Johnny Araújo
2012 – Loucos por Ela (Interpretando Talita) – TV GLOBO – dirigida por João Falcão
2012 – As Brasileiras (Interpretando Úrsula) – Episódio: As Desastradas de Salvador – TV GLOBO – dirigida por Daniel Filho 2011 – Cordel Encantado(Interpretando Florinda) – TV GLOBO 2007 – A Grande Família (Participação Especial) – TV GLOBO

Cinema

2019 – “Longe do Paraíso”- Dirigido por Orlando Senna 2017 – “BINGO” – Dirigido por Daniel Rezende
2015 – “Até que a Sorte nos Separe 3”- Dirigido por Roberto Santucci
2014 – “SOS Mulheres ao Mar” – Dirigido por Cris D’amato 2010 – “Aos Ventos que Virão”- Dirigido por Hermano Penna 2006 – “ Ó Paí, Ó”- Dirigido por Monique Gardenberg 2005 – “Fica Comigo esta Noite”- Dirigido por João Falcão

Música

2020 – Álbum Solo “Quero Viver Sem Grilo – Uma Viagem a Jards Macalé” pela Deckdisc Records
2016 – Álbum Solo “O Problema é a Velocidade” pela Deckdisc Records
2004/2016 – “BANDA MOINHO”- mistura ritmos de samba da Bahia e rock. Três albuns lançados pela EMA
1999/2002 – “BANDA EVA”- Vocalista

Teatro

2010 – “Colapso” por Hamilton Vaz Pereira
2007/2008 – “Tieta do Agreste”- Dirigido por Cristina Trevisan
2006 – “Nada Será Como Antes” por Claudio Simões 2003 – “Subúrbia” – Cia de Teatro “Os Argonautas”

Heloisa Périssé

Heloisa Périssé nasceu no Rio de Janeiro, morou em várias cidades e aos onze anos se mudou para Salvador, Bahia, de onde seus pais nunca saíram. Em janeiro de 1986 migrou para o Rio de Janeiro em busca do sonho de ser atriz, mas nunca perdeu a ligação com Salvador, que ainda considera sua cidade do coração.

Formada em artes cênicas, sua primeira peça profissional foi em 1988, tendo completado já 33 anos de carreira. Trabalhou ao lado de grandes nomes como Domingos Oliveira e Chico Anysio, fazendo mais de vinte peças, dentre elas o fenômeno Cócegas em parceria com Ingrid Guimarães.

Escreveu e atuou em vários programas de humor da Globo como Sai de Baixo, Zorra Total, Escolinha do Professor Raimundo, dentre outros. Criou a personagem TATÍ, uma adolescente rebelde e hilária, que depois de aparecer no teatro e na Escolinha do Professor Raimundo, ganhou um quadro no Fantástico, chamado Papo Irado, que ela criou e escreveu com Bruno Mazzeo. Criou junto com Ingrid o Sob Nova Direção, programa que ocupou a grade da Globo aos domingos por vários anos.

Em novelas atuou em sucessos como Cama de Gato, Cordel Encantado e o fenômeno Avenida Brasil. Viveu Dercy Gonçalves na minissérie de Maria Adelaide Amaral, Dercy de Verdade. No cinema fez mais de dez filmes, como Sexo Amor e Traição, Os Porralokinhas e O Diário de TATÍ, adaptação do livro homônimo, que ficou na lista dos mais vendidos por muitos anos, sendo inclusive adotados por escolas depois de ter ganho o selo do MEC.

Heloisa já escreveu mais de 10 peças e agora prepara-se para escrever novelas.

Mouhamed Harfouch

Ator e contabiliza em seu currículo mais de 40 produções teatrais como “ Auto do novilho Furtado”, “Fazendo História”, “A história de nós 2”, “A vingança do Espelho” e o o musical “Ou tudo ou Nada”.

Na TV fez diversas novelas e seriados como “Pé na Jaca”, “ Cordel Encantado”, “Amor à Vida”, “Malhação viva a diferença” e “Órfãos da Terra”. “Homem de Lata é sua estreia como autor numa feliz parceira com Moisés Liporage.

Mouhamed Harfouch tem em seu currículo prêmios como O Zilka Salaberry de melhor ator por “ As aventuras das 20.000 léguas submarinas” e o prêmio de melhor ator no festival de Ponta Grossa por “Aranha arranha a jarra, a jarra arranja o trava-língua.” Além da indicação de melhor ator de musical no prêmio Bibi Ferreira por “Ou tudo ou Nada” com direção de Tadeu Aguiar.

Paolla Oliveira

Atriz paulistana, formada em Fisioterapia pela Estudou teatro em São Paulo e fez Artes Cênicas.

Seu primeiro papel de destaque na televisão foi na novela “Belíssima” em seguida atuou em vários outros produtos. Além de desempenhar todos esses papéis, Paolla dedica parte do seu tempo abraçando causas sociais, ambientais e animais, dando voz à essas iniciativas.

Paulo Lins

Poeta, romancista, roteirista de cinema e televisão e professor licenciado em Língua Portuguesa e Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Algumas Publicações:

Cidade de Deus – Romance – adaptado para o cinema com quatro indicações para o Oscar.

Prêmio Golfinho de Ouro do Conselho Estadual de Culta da Câmara dos deputados do Rio de Janeiro.

Esses Poetas – livro de poemas com seleção e organização de Heloisa Buarque de Holanda.

Desde que o Samba é Samba – Romance

Indicado ao Prêmio Jabuti

Era Uma Vez – Poesia

Dois amores- conto

Videoclipes roteiro e direção com Kátia Lund e Breno Silveira Minha Alma do grupo O Rappa.

Grande prêmio Brasil de cinema (melhor curta metragem 2000).

Prêmio multi show (melhor vídeo clip 2000).

Prêmio vídeo-music Brasil da MTV (melhor diretor, melhor vídeo clip 1999)

Não se Preocupe Comigo do grupo F.U.R.T.O.

Roteiros de longa-metragem:
Orfeu da Conceição

Quase dois Irmãos – Selecionado para o laboratório de roteiro Sundance/rio filme 2002.

Melhor roteiro pela APCA (associação paulistas de críticos de arte) 2005.

Faroeste Caboclo 2013.

Simonal 2019

Televisão roteiro e direção com Kátia Lund

Cidade dos Homens Seriado para televisão exibido pela Rede Globo. Décimo festival internacional de cinema e televisão suíço- cinema tout ecran
melhor seriado de televisão (2004)

Suburbia Minissérie para Rede Globo de Televisão.

Roteiro com Luiz Fernando Carvalho.

Colaborador na telenovela I Love Paraisópolis na Rede Globo de Televisão.

Autor roteirista na série Carcereiro Rede Globo de Televisão.

Duca Rachid

O sonho de escrever roteiros e trabalhar em televisão esteve presente desde cedo na vida de Duca Rachid. Graduada em jornalismo pela PUC, em São Paulo, chegou a exercer a profissão durante alguns anos. Mudou de emprego e de continente até conseguir a oportunidade de trabalhar como roteirista e ter seu talento reafirmado em diversas novelas de sucesso como “O Profeta” (em coautoria com Thelma Guedes e Júlio Fischer) e “Cordel Encantado” (coautoria com Thelma Guedes e Thereza Falcão). Um dos marcos dessa trajetória veio em 2014, quando recebeu, com as autoras Thelma Guedes e Thereza Falcão, o Prêmio Emmy, um dos mais importantes da televisão mundial, com a novela “Joia Rara”.

Walter Casagrande Jr

Comentarista Esportivo há 23 anos. Ex-Atleta Profissional de Futebol, atuando pelos clubes: Caldense, Corinthians, São Paulo FC, Seleção Brasileira (Copa do Mundo de 1986 no México) Porto – Portugal, Ascoli e Torino – Itália, Flamengo, Paulista de Jundiaí e São Francisco do Conde da Bahia.

Palestrante: Contando sua experiência de vida, abordando a conscientização sobre uso de drogas e superação. Radialista, um dos apresentadores do programa Rock Bola 89, na 89 FM – A Rádio Rock.

Autor dos livros “Casagrande e seus demônios”; “Sócrates e Casagrande – uma história de amor” e “Travessia”, junto com o Jornalista Gilvan Ribeiro. Idealizador e Produtor de shows do Raul Seixas, na década de 80, e recentemente do espetáculo “Adonirando”.

Thelma Guedes

Thelma é escritora e autora de novelas brasileiras. Em 1997, publicou o livro de contos “Cidadela Ardente”, em 2003, foi a vez de ” Pagu, Literatura e Revolução”, em 2007, lançou o livro de poemas ” Atrás do Osso” e, em 2010, lançou o livro de contos ” O Outro Escritor”. Em 1997, Thelma Guedes entrou para a Rede Globo como roteirista e participou de diversos programas, entre os quais: ” O Sítio do Pica-Pau Amarelo”, em 2002. Fez colaborações com diversas novelas, como “Vila Madalena, “Esperança”, “Chocolate com Pimenta”, “Alma Gêmea”, ” O Profeta”, “Cama de Gato”, “Cordel Encantado” e “Joia Rara”. Em 2014 recebeu, junto com as autoras Duca Rachid e Thereza Falcão, o Prêmio Emmy, um dos mais importantes da televisão mundial, com a novela “Joia Rara”.

Cássio Scapin

Ator, formado pela EAD – USP, o paulista Cássio Scapin ficou conhecido das crianças como Nino, do Castelo Rá-Tim-Bum, programa da TV Cultura realizado de 1994 a 1997 e considerado um dos melhores produtos audiovisuais da história da televisão brasileira.

Com sólida carreira no teatro, já trabalhou em dezenas de espetáculos, no Brasil e na Itália com os diretores Francesco Zigrino/ Itália, Ulisses Cruz, Naum Alves de Souza, Yacov Hillel, Mira Haar e Elias Andreatto entre outros.

Entre seus principais trabalhos em teatro estão:
O Camareiro, produção de Tarcísio Meira e direção Ulysses Cruz (2019-2020); A Noite de 16 de Janeiro, direção de Jô Soares (2017); Histeria, direção de Jô Soares (2016-2017); Lampião e Lancelote, direção de Débora Dubois e trilha de Zeca Baleiro (2013/indicado para o Prêmio Femsa de Melhor Ator Coadjuvante); Eu Não Dava Praquilo , direção de Elias Andreato (2013); O Libertino, direção de Jô Soares (2012); O Mistério de Irma Vap, com Marcelo Médici e direção de Marília Pera (2008); Quando Nietzsche Chorou, direção de Ulisses Cohn (2006/Indicado ao Prêmio Shell como Melhor Ator).

De 2000 a 2005 dividiu a cena com Paulo Autran no espetáculo Visitando o Sr. Green, com direção de Elias Andreato.

Em sua carreira recebeu dezenas de indicações e prêmios, como Mambembe (1985 – Melhor Espetáculo), Governador do Estado (1985 – Melhor Espetáculo), Prêmio Apetesp (1998- Melhor Ator), Prêmio Shell (1998 – Melhor Ator/ 2013), APCA (2013 – Melhor Ator), Qualidade Brasil (2015 – Melhor Diretor de Comédia), Prêmio Aplauso Brasil (2015 – Melhor Diretor).

Vem se dedicando também a espetáculos de música e teatro musical como:
Música Além do Ar, direção de Thiago Gimenes (2019); A Viúva Alegre, ópera com direção de Jorge Takla (2012), foi protagonista dos contos sinfônicos “ O Carnaval dos Animais “ e da série “ O Aprendiz de Maestro “ em benefício da TUCCA , de 2000 a 2005 na Sala São Paulo, regência do Maestro João Maurício Galíndo e orquestra Sinfonieta Fortíssima. Foi mestre de cerimônias no Adonirando, show sobre Adoniran Barbosa no Teatro Municipal e Teatro Porto Seguro em 2018.

Atuou em diversas novelas e séries de TV. A Lua me disse, Um só coração, Sítio do Pica Pau Amarelo e Deus Salve o Rei na TV Globo. Na TV Record participou das novelas Mutantes- Caminhos do Coração, Ribeirão do Tempo, Escrava Mãe, O Rico e Lázaro.

Dirigiu, entre outras peças, os formandos da Escola de Arte Dramatica ECA-USP na peça O Diabo de Tetas de Dario Fo (2009). Absinto, de Luciana Carnielli (2011) e recebeu prêmio Aplauso Brasil como melhor diretor pela remontagem espetáculo Visitando Sr Green de Jeff Baron (2015). Dirigiu Um Concerto para João, espetáculo sobre a vida do Maestro João Carlos Martins (2017).

Em 2017, recebeu uma homenagem, do Prêmio Femsa pelo seu espetáculo Admirável Nino Novo e por sua trajetória e importância na teledramaturgia para crianças.

Jamelão Netto

A música popular brasileira já nasceu rica e valiosa, desde suas origens. Sempre foi mina de ouro e farta de pedras preciosas com uma infinidade de nomes que dispensam comentários. De Chiquinha Gonzaga a Ernesto Nazareth, de Villa-Lobos a Noel Rosa, de Tom Jobim a Chico Buarque, de Lupicínio Rodrigues a Elis Regina, o baú de relíquias da música brasileira ficou cada vez mais precioso.

E não é que neste início de século XXI surge mais um nome de alto valor para também fazer parte deste baú! Se Elis Regina deixou de herança para nós, pobres mortais, Maria Rita, João Nogueira nos brindou com Diogo, Baden Powell ofertou Marcel, o fantástico e inigualável Jamelão nos presenteia com JAMELÃO NETTO.

Nasceu na Tijuca, mas foi nas rodas de samba da Mangueira e também em Vila Isabel que o garoto Tomaz José, levado pelo avô, se abriu para o mundo da música. Na adolescência tentou fazer a alegria do avô arriscando a carreira de jogador de futebol pelo Vasco da Gama, clube de coração do mestre. Porém uma lesão no joelho empurrou-o novamente para a música, graças a Deus.

Com talento e qualidades invejáveis, Jamelão Netto canta e encanta, seja no samba-canção, na bossa nova, ou mesmo nos sambas enredo antológicos da sua querida estação primeira de Mangueira. A incrível semelhança com o avô, tanto física como vocal, permite a Jamelão Netto ser convidado a dividir palco com grandes nomes da música nacional, tais como: Elza Soares, Alcione, Beth Carvalho, Nelson Sargento, Chico Buarque, Milton Nascimento e tantos outros.

Com tudo isso, a música brasileira ao mesmo tempo ganha e agradece a presença de Jamelão Netto em seu cenário.

Tom Farias

Carioca, jornalista, professor de literatura brasileira, escritor, crítico literário, pesquisador, biógrafo, dramaturgo e roteirista. Já publicou 15 livros, entre biografias, romances, ensaios literários.

Entre os livros publicados, destacam-se “Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil”, e “José do Patrocínio: a pena da abolição”, publicado em segunda edição (2019). É autor dos romances “Os crimes do rio vermelho”, “A Bolha” e do inédito “Toda fúria”. É autor de “Carolina, uma biografia”. Como crítico literário, já passou pelas revistas “Poesia Sempre”, “Ô Catarina” (SC), “Raça Brasil” (SP), e os suplementos literários “Ideias & Livros”, do Jornal do Brasil, “Pensar”, do jornal O Estado de Minas, e “Prosa & Verso”, e “Segundo Caderno”, do jornal O Globo, onde ainda escreve, e Folha de S. Paulo. Finalista duas vezes do Prêmio Jabuti, em 2009 e 2019, já foi agraciado com os prêmios da Academia Brasileira de Letras, Câmara Catarinense do Livro, Governo do Estado de Santa Catarina e FLUP 2018. Colaborou no programa “Espelho”, produzido e dirigido por Lázaro Ramos. Atuante atua na área do audiovisual, escrevendo para cinema e televisão. Entre seus últimos trabalhos, está uma série para a TV Cultura.

É coordenador do Núcleo de História e Literatura da Universidade Zumbi dos Palmares e é professor convidado do curso de pós-graduação em relações étnico raciais da Universidade Cândido Mendes.

Bel Coelho

Premiada chef do restaurante itinerante Clandestino e apresentadora do Receita de Viagem (TLC Discovery), Bel descobriu cedo sua vocação. De uma família de apreciadores da gastronomia, tem em sua memória afetiva uma forte ligação com a cozinha e com seus sabores.

Formada pelo Culinary Institute of America (CIA), trabalhou com grandes chefs em alguns dos mais importantes restaurantes do mundo, como o El Celler de Can Roca, adquirindo experiência e um repertório rico em técnicas clássicas e de vanguarda.

À frente do programa de TV, percorreu mais de 35 cidades brasileiras, aprofundando sua pesquisa e explorando, com um outro olhar, a autêntica cozinha do Brasil e toda a sua riqueza de ingredientes, personagens, costumes e histórias.

Ronaldo fraga

É formado em moda pelo curso de estilismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pós-graduado pela Parsons School of Design de Nova York, além de ter realizado um curso na Central Saint Martins de Londres. Além da marca homônima, desenvolve projetos com foco na reafirmação cultural de pequenas comunidades de diferentes regiões brasileiras. Esses projetos lhe conferiram prêmios como “Faz diferença”, do jornal O Globo, e “Trip Transformadores”, pelo O planeta Casa, da Editora Abril. Suas criações já ultrapassaram os limites das passarelas para exposições, filmes e livros e foram apresentadas em diferentes países como Japão, Holanda, Espanha, Bélgica, Chile, Argentina e México. Em 2007, recebeu do governo federal a comenda da ordem do mérito cultural e, em 2009, recebeu a medalha da Inconfidência pelo Governo de Minas Gerais.

Maria Rita

Começou a cantar profissionalmente aos 24 anos. Não acha que foi tarde. “Você se achar no mundo é uma tarefa muito difícil”, diz a cantora, formada em Comunicação Social e Estudos Latino-Americanos nos EUA. Filha de Elis Regina e César Camargo Mariano, Maria Rita ouviu desde cedo que tinha o dever de cantar, mas resistiu durante algum tempo. “Encaro a vida como um grande processo construído por pequenos processos no caminho. Sempre quis cantar. Mas a questão não era querer, era por quê. Não gosto de fazer nada sem ter um porquê. Fica mais fácil quando você tem um objetivo, uma meta. Tal objetivo passou a existir quando percebi que ficaria louca se não cantasse”, afirma.

Após escolher a hora certa, ela se lançou com a confiança necessária para uma carreira de resultados e conquistas inquestionáveis. Antes mesmo de lançar um CD, foi a vencedora do Prêmio APCA de 2002 como Revelação do ano.

Sabores e Lembranças!
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